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Independentemente
de estar a gerir um projecto de desenvolvimento de software,
ou a coordenar o horário do jogo de futebol do seu filho,
as agendas são uma grande ajuda para orquestrar sequências
de acontecimentos. A maior parte dos planeamentos envolvem
uma data de início e de fim, e incluem tarefas, a duração
dessas tarefas e as ligações entre as mesmas.
No entanto, por melhor
que planeie uma série de acontecimentos, surgirão quase
sempre eventos inesperados que irão necessitar de tempo
e ameaçar os prazos estipulados anteriormente. Algumas
pessoas com que não contava, irão envolver-se nos seus
planos e começar a influenciar, controlar, ou mesmo
complicar as coisas. Quando não conseguimos lidar bem
com os acontecimentos e com os elementos interpessoais
inesperados, os nossos planeamentos caem por terra.
Planear correctamente
é uma tarefa muito complicada; uma combinação de arte
e ciência. Neste artigo, iremos discutir um planeamento
realista, que procura abarcar todos os tipos de acontecimentos
- os planeados, os possíveis e os inimagináveis. Existem
algumas técnicas que nos podem ajudar a manter o bom
senso, que vão para além das notas, das listas de coisas
para fazer, das datas dos milestones, e das agendas.
Estes doze conselhos têm a ver com a definição de prioridades,
a clarificação de valores e a comparação da importância
relativa de cada uma das actividades. Combinam as listas
de coisas convencionais para fazer, com a preservação
e melhoria das relações, de modo a atingir os resultados
desejados.
Este mês publicamos
os primeiros seis conselhos. No próximo mês publicaremos
os restantes seis.
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